Bolo de limão siciliano com sementinhas de papoula, e verdades absolutas.

20 de set de 2012

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Tem coisas que a gente aprende quando é pequeno, muitas vezes através da observação, que acabam se tornando verdades absolutas. 
Uma coisa que aprendi com a minha avó Nelci é que toda vez que se recebe uma visita em casa, ou toda vez que alguém de casa volta de viagem, a gente faz alguma coisa especial pra esperar a pessoa. Sempre. 
Calhava que 98% das vezes essa coisa era bolo.
Então na minha cabeça, receber alguém em casa está associado a fazer um bolo.
Alguns dias atrás, recebi duas pessoas muito queridas (oi Ire, oi mãe), então aí está, bolinho de limão siciliano com sementes de papoula.
Claro que tirei essa receita do technicolor kitchen, reino dos doces feitos com fruta cítrica, e pra mim o lugar número um pra achar um receita boa para as minhas recém-adquiridas sementes.

Bifum com shitake. Quê?

13 de set de 2012

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(In English)

Talvez eu não tenha mencionado isso antes no blog, mas tenho fascinação pelo Japão e pelos japoneses.
Acho as comidas lindas, as roupas absurdas lindas, aquele monte de coisa colorida que eu não entendo, filmes de artes marciais, os artigos de papelaria mais específicos do mundo, o design, as soluções de arquitetura, tudo lindo.
Mas eu nunca gostei de comida japonesa, porque acho as texturas esquisitas.
Recentemente comi em um restaurante de lámen com meu namorado, e gostei muito. Depois fui em um lugar na Liberdade com uns amigos e comi yakimeshi, e depois em outro lugar na Liberdade com outros amigos, e assim vai...
Continuo sem me interessar pelos frutos do mar & peixes crus, mas afinal a culinária japonesa tem muitas coisas que não envolvem nenhum dos dois.
Esse aqui foi meu almoço de hoje, e olha só que bacana, foi feito a partir das coisas que eu tinha em casa, sem receita.
Bifum é um macarrão bem fininho feito de arroz, e shitake é o tipo de cogumelo.
Dá pra improvisar algo parecido substituindo os ingredientes com o que estiver à mão.

Detalhes tão pequenos: como lavar salada.

7 de set de 2012

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(In English)

Minha gente, pra comer salada, o que é que a gente precisa?
Precisa de salada pronta pra comer. Simples assim.
Lavar salada direito é demorado e chato, por isso ninguém tem paciência na hora que chega em casa do trabalho e vai fazer um jantar, ou quando vai preparar um almocinho rápido de meio de semana. Ou a marmita, que seja.
Pelo menos, eu sou assim.
Porém, no entanto, não obstante, eu gosto de comer a salada, e muito.
Pra resolver a questão, adotei uma idéia que vi no La Cucinetta, já não sei quando nem em qual post, que é deixar tudo resolvido em um só dia: ir na feira e lavar as folhas de uma tacada só.
O restante das verduras e as frutas lavo só mesmo na hora de usar, mas pras folhas isso tem sido muito prático, porque ficam prontas pra semana toda.
Claro que não faço isso todas as semanas, mas gostaria de fazer.
A seguir, o jeito como preparo as folhas pra que se conservem limpas e frescas por vários dias.

Voltando a falar de comida: pão de fubá.

3 de set de 2012

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(In English)

Enfim voltei com uma receita, gente.
Nos domingos em que se pode, gosto de deixar a casa organizada, fazer pão fresco e deixar a salada lavada. Ainda mais que amanhã chega uma visita muito especial - uma amiga que não vejo há uns 5 anos. E na quarta chega minha mãe.
Eu já tinha feito pãezinhos de fubá com uma receita do wild yeast, mas essa aqui é diferente porque é um filão. E porque adaptei da Dona Benta.
Olha, pra falar a verdade, adaptei um bocado. Mas como o estopim foi a receita do livro, vou escrever a versão dele no final do post.